A partir do dia primeiro de janeiro do próximo ano, o Governo do Estado de São Paulo irá descontinuar o emissor gratuito de Nota Fiscal eletrônica e o Conhecimento de Transporte eletrônico.

De acordo com a Secretaria Estadual da Fazenda, órgão responsável pela captação de impostos de pessoas físicas e jurídicas, a intenção é pôr fim, aos poucos, ao emissor.

COMERCIOINDUSTRIA-JUN“Os emissores gratuitos são oferecidos pela Secretaria da Fazenda aos contribuintes desde 2006, quando teve início o processo de informatização dos documentos fiscais e sua transmissão via internet com o objetivo de massificação do seu uso. Apesar dos investimentos realizados, recente levantamento da Secretaria da Fazenda aponta que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%. No caso do CT-e, o número é ainda maior: 96,3% dos documentos são gerados por emissores próprios” enviou o órgão via nota à imprensa.

Mesmo o sistema sendo tão pouco utilizado, 7,8% do total ainda somam milhares de pequenas e microempresas que precisam se adequar ao novo modelo. A SEFAZ ainda explica que a partir de 2017, quem já tem o emissor instalado poderá continuar usando, porém quando for necessário realizar uma atualização, o sistema estará indisponível para download, inclusive para novos empresários a partir da mesma data.

DESCOMPLICAÇÃO

A regra é válida para todos os estabelecimentos do Estado de São Paulo a partir do dia primeiro de janeiro. Alguns prós e contras são apontados com essa descontinuação. Para gerar documentos no emissor gratuito, é necessário inserir todas as informações solicitadas, uma a uma, o que pode demandar muito tempo.

Para quem tem um software instalado, esse tempo pode ser encurtado drasticamente. De acordo com o diretor da Moura Informática, José Natal de Moura, os sistemas já fazem isso com apenas um clique. “É possível exportar todos os dados cadastrados nos softwares e gerar uma NF-e em poucos segundos, porque o sistema é integrado, sendo possível economizar tempo, o que é precioso em muitos casos”, explicou.

Ainda segundo Moura, o custo-benefício é alto, pois com uma parcela baixa de mensalidade, é possível obter muito mais que um emissor de nota. “Quando o empresário adquirir o software, ele não terá disponível na empresa apenas o programa para gerar a NF-e. No sistema é possível muito mais que isso: você pode gerar relatórios gerenciais, indicadores de vendas, departamento financeiro e RH, além de inúmeras funcionalidades gerais como cadastro de clientes e informações adicionais de cada um deles” finalizou.

Não se adequar o quanto antes às regras do governo estadual pode acarretar em problemas enormes, pois sem uma Nota Fiscal Eletrônica não é possível vender um produto.

Sistema de administração de fazendas e plantações da Moura Informática se torna ‘braço direito’ do produtor rural; gerente informatizado traz economia em tempos não tão bons

O homem acorda pela manhã, toma seu café fresco enquanto pensa em todas suas obrigações diárias a fazer. A vida do produtor rural, o homem do campo, já não é a mesma há anos. Grandes conquistas trazem grandes responsabilidades e ele não consegue mais manter todas as informações de sua plantação na memória.

Os produtores agora são empresários rurais e não estão apenas cuidando de suas terras. Eles passaram a gerenciar grandes empreendimentos que rendem bilhões de reais pelo país e, pensando nisso, a ‘agricultura de precisão’ se tornou necessária para a realização das tarefas.

Desta forma, a JN Moura Informática leva aos seus clientes ‘do campo’, as novidades do software AgroMoura. De acordo com a avaliação do gerente de tecnologia agrícola da empresa, Edmundo Reis, o ‘empresário rural’ não consegue mais guardar tudo na cabeça. “São muitas obrigações a serem feitas e eles não conseguem mais colocar todas as suas contas apenas na ponta do lápis. É preciso organizar e economizar neste segmento” observa Reis.

“O sistema funciona como um ‘gerente informatizado’. Você tem toda a sua empresa na tela do computador e ele te ajuda a tomar as decisões mais acertadas para obter os melhores resultados, como por exemplo, qual maquinário deve ser utilizado em determinada operação”, explica.

CITRICULTOR

O AgroMoura cruza dados como tipos de solo, condições climáticas, culturas cultivadas e maquinário existente para que o empresário consiga gerir sua safra com eficiência e economia.

Segundo o diretor da empresa, José Natal de Moura, “participar de feiras como a Bahia Farm Show e facilitar as rotinas do produtor rural são de extrema importância para conseguir levar tecnologia para além das máquinas do campo”, explica Moura. “É necessário ter consciência de que a tecnologia não está apenas nos inúmeros botões de uma colheitadeira, mas também está na tela do computador, calculando cada gasto e poupando cada centavo”.

Segundo o MAPA – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – mesmo com a leve queda na produção pecuária e lavoura – cerca de 0,1% – o  valor bruto da produção no campo deve ultrapassar os R$ 512 bilhões de reais em 2016, ante os R$ 513,1 bi do ano anterior. Em 2014, este número foi de R$ 508 bi.

Assim, o software AgroMoura foi desenvolvido pensando em todas as necessidades do produtor, entendendo suas complexidades e carências. “Temos em nossas mãos a responsabilidade de levar a eles toda a tecnologia necessária para lucrar com suas plantações. Este é um setor pouco explorado neste quesito”, observa Felipe Moura, diretor comercial da Moura Informática.

De acordo com ele, são inúmeros os benefícios deste novo serviço. “Conseguimos definir os cronogramas de adubação ou pulverização, além de escolher os melhores equipamentos para os serviços. Atualmente, não há um software que facilite e gerencie a vida do empresário rural e economize suas finanças desta forma” e acrescenta “cada centavo poupado para o produtor é de extrema importância e por conta disso que atendemos todas suas necessidades”, finaliza.

Conheça o site dedicado ao homem do campo e não perca mais nenhuma atualização. Acesse www.agromoura.com.br e informatize sua fazenda.

Moura Informática. Há mais de 25 anos facilitando a gestão da sua empresa.

 Agilidade no processo de venda e economia de dinheiro e tempo na contagem de estoque rende a tecnologia RFID o título de melhor aplicação para a sua empresa

 

Todo mundo já passou por um pedágio nas rodovias brasileiras e viu o sistema “Sem Parar”, um programa que libera a cancela sem a necessidade de parar e efetuar o pagamento nas cabines. Mas você já se perguntou como funciona? Trata-se da tecnologia RFID, implantada dentro do aparelho no interior do veículo – de qualquer tamanho – e uma antena receptora instalada nas praças de pedágio.

A RFID (identificação por rádio frequência, na tradução) envia um sinal ao se aproximar da antena do local, fazendo com que a cancela do pedágio se abra e credite o valor daquela praça em sua fatura. As comodidades deste serviço são várias: você não precisa enfrentar filas e pode quitar o valor de uma vez, na data estabelecida.

Seguindo as novas tendências de mercado onde é preciso poupar cada centavo e ter um controle mais rígido da gestão das empresas, manter também o controle de estoque é indispensável. Em uma indústria pet, por exemplo, é possível realizar uma contagem de estoque em apenas 30 minutos, em um espaço de 600m². Tudo isso se deve ao fato de ler até 600 etiquetas por minuto.

Como novidade para o segmento pet, a nossa tecnologia RFID se adapta a diferentes softwares existentes no mercado atualmente. Você pode investir neste serviço sem a necessidade de trocar todo o sistema de sua empresa, além de ser perfeito para uso nas indústrias, em distribuidoras ou em lojas.

As etiquetas RFID são personalizáveis e permitem inserir informações do produto como vencimento, origem, lote, data de fabricação ou descrição dos itens e são totalmente editáveis; é possível alterar, acrescentar ou excluir quaisquer dados.

É necessário fazer uma análise do projeto que deverá ser implantado para a relação custo-benefício. Por exemplo, uma etiqueta RFID de R$ 0,30 centavos pode não ser viável para uma loja de R$ 1,99, porém para uma jóia, o valor pode ser irrelevante. Tudo depende do valor agregado do produto e os benefícios que a tecnologia irá trazer. Como disse acima, há alguns casos que as etiquetas são personalizáveis com algumas informações e, além disso, elas podem ser reaproveitadas, ou seja, inseridas em outros produtos.

Estas são formas de agilizar a funcionalidade e logística de sua empresa. Seus produtos podem ser despachados com mais praticidade e segurança, por ser uma etiqueta 100% rastreável.

Moura Informática nos Estados Unidos

Recentemente, nosso Gerente de Inovação e Tecnologia Tales Boalim, esteve na 14ª edição da RFID Journal Live, em Orlando, nos Estados Unidos.

Buscamos sempre novas tecnologias e inovações que façam mudanças significativas na vida de nossos clientes, para que cada vez mais eles confiem em nossos serviços. É importante que estejamos sempre a procura de novos talentos para a empresa, que cresça conosco e nos ajudem a consolidar a empresa cada vez mais no Brasil.

A Moura Informática é uma empresa com mais de 25 anos de história no mercado brasileiro e, atualmente, atendemos mais de 3.500 clientes em todos os Estados. Contamos com mais de 150 representantes para auxiliar na prestação de serviço em cada canto do País. Desta forma, conseguimos excelência no atendimento e satisfação de um bom trabalho com nossos clientes.

Ser inovador no segmento é fundamental para atrair novos clientes e ser um diferencial em uma das áreas que mais crescem no Brasil

Um segmento que já foi pouco usufruído, porém tem se tornado um dos pés que equilibram a economia brasileira, o setor pet tem crescido de forma significativa enquanto as porcentagens de vendas no varejo comercial em outras áreas só despencam.

Muitos são os motivos para o crescimento deste setor. As famílias têm se formado mais tardiamente, os filhos são adiados para depois dos 30 anos, a facilidade de cuidar de determinadas raças e, em alguns casos, como os próprio tutores dizem, pela mesma alegria que proporciona um cão e um filho.

De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), resistência é o que tem ocorrido com o segmento.

petmoura

Em 2015, o faturamento foi de R$ 18 bilhões de reais neste setor, ante os R$ 15 bi em 2014, um crescimento de mais de 7%. Pode não ter batido a inflação acumulada durante os últimos 12 meses, cerca de 10%, mas foi próximo.

Um apontamento feito pela Pesquisa Nacional de Saúde, órgão ligado ao Ministério da Saúde, em 2013 revelou que são 52,2 milhões de cães habitando lares brasileiros, o que resulta em uma média de 1,8 cão por residência. A mesma pesquisa diz que há mais cães de estimação em casa do que crianças. Se juntar todos os pets além dos cachorros, como gatos, aves, répteis e peixes, o número é quase três vezes maior: 132,4 milhões de animais.

Com estes números, o Brasil ocupa o segundo maior mercado pet do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, mas muito a frente do terceiro colocado, a Inglaterra.

MIMOS

Atualmente, uma grande quantidade de ‘empreendedores pet’ estão surgindo por todos os lados por conta da fraca economia em outros setores. E os direcionamentos são diversos.

Há pessoas que ficaram desempregadas e decidiram abrir seu próprio negócio, estudaram os diferentes setores e se focaram em comidas naturais para cães, ou então uma ‘padaria pet’, com diversas opções saudáveis para os animais de estimação como cerveja, pães, chocolates – sem cacau – e outros inúmeros mimos.

A diferença é o quão o empreendedor se dedica e qual inovação tecnológica levará aos seus clientes. Além dos novos empresários, há muitas empresas que já se preparavam para alavancar suas vendas.

É o caso da software house Moura Informática, que desenvolve soluções para gestão empresarial e, entre seus serviços, há o sistema PetMoura que pode ser utilizado tanto em pet shops como em centros de estética animal – setor que cresce juntamente com outros comércios – ou clínicas veterinárias.

Para o diretor comercial da empresa, Felipe Moura, estar preparado – tanto em atendimento como em tecnologia – é crucial para conseguir vencer neste setor.

“Nós investimos em inovações tecnológicas e buscamos sempre referências em feiras nacionais e internacionais”, e acrescenta “participamos da Feipet, em Novo Hamburgo (RS), e conseguimos bons resultados. O povo sulista tem uma vontade grande por novas tecnologias e queremos levar isso a eles. A Feipet é uma feira dedicada apenas para profissionais da área pet, e lá podemos constatar que ainda há muito espaço para crescer”.